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Dia Mundial sem Tabaco leva à reflexão sobre ações de combate e malefícios do tabagismo.

 

 

Cerca de 6 milhões de pessoas morrem por ano em todo o mundo em razão de doenças provocadas pelo tabagismo, considerada a principal causa de morte evitável. Somente no Brasil esse número chega a 200 mil. 

 

O pior é que cerca de 10% dessas mortes são de fumantes passivos (pessoas que não fumam, mas convivem com fumante). E 31/05 foi eleito o ‘Dia Mundial sem Tabaco’, como forma de conscientizar e refletir sobre essa epidemia global. 

 

Dentro desse cenário, existe uma boa notícia para o Brasil: no período entre 1990 e 2015, a porcentagem de fumantes diários no país caiu de 29% para 12% entre homens e de 19% para 8% entre mulheres. Os resultados são de uma pesquisa publicada em abril deste ano na revista científica The Lancet.

 

O estudo constatou que, em 2015, aproximadamente um bilhão de pessoas no mundo inteiro fumavam diariamente: um em quatro homens e uma em 20 mulheres. A proporção é pouco diferente da registrada 25 anos antes: em 1990, era um em cada três homens e uma em cada 12 mulheres. 

 

O Brasil ocupa o oitavo lugar no ranking de número absoluto de fumantes (7,1 milhões de mulheres e 11,1 milhões de homens), mas a redução coloca o país entre os campeões de quedas do volume de pessoas que consomem tabaco.

 

Por outro lado, de acordo com o estudo, países como Bangladesh, Indonésia e Filipinas não viram nenhuma mudança significativa em 25 anos. Na Rússia, houve aumento no número de mulheres que fumam, e tendências similares foram identificadas na África.

 

O aumento populacional, contudo, representou um crescimento no número total de fumantes, de 870 milhões, em 1990, para quase um bilhão, em 2015. Ou seja, ainda há muito o que fazer.

 

Ainda que seja difícil, é possível parar de fumar. Quando uma pessoa deixa de fumar, os resultados são surpreendentes:

 

  • Após 20 minutos, a pressão sanguínea e a pulsação voltam ao normal;
  • Após 2 horas, não há mais nicotina no sangue;
  • Após 8 horas, o nível de oxigênio no sangue se normaliza;
  • Após 2 dias, a pessoa passa a sentir melhor os cheiros e sabores;
  • Após 3 semanas, a respiração fica mais fácil e a circulação melhora;
  • Após 5 a 10 anos, o risco de sofrer infarto será igual ao de quem nunca fumou.

 

Fontes:

Portal Brasil

ANS

 

 

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